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Pedro Silva

 

A Faculdade de Comunicação (FAC) marcou presença no 46º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, que contou com a participação de estudantes e professores. Foram exibidos filmes e conquistados prêmios no evento, que aconteceu entre os dias 17 e 24 de setembro no Cine Brasília. Criado em 1965, o festival é o mais antigo do país.

“A sala estava lotada, com pessoas sentadas nas escadas e corredores”, conta a cineasta e aluna da pós-graduação Milena Times. “Ter o meu primeiro curta selecionado para um festival tão importante e vê-lo ocupar toda a extensão da tela é algo que jamais vou esquecer”, diz.

 A estudante inscreveu o curta Au revoir na mostra competitiva, que teve 480 filmes inscritos. O curta de Milena foi um dos 30 filmes selecionados para exibição, mas ela não se satisfez: Au revoir levou os prêmios de melhor atriz e melhor direção de arte na categoria curta-metragem de ficção.

 Ainda foi exibido na mostra competitiva o curta O gigante nunca dorme, da professora de Audiovisual Dácia Ibiapina. Graduado em audiovisual pela FAC, Ivan Costa participou do filme de Dácia e dividiu com ela o prêmio de melhor montagem na categoria curta-metragem de documentário.

 Ig Uractan, também formado em audiovisual pela FAC, tinha poucas expectativas de o curta O logro, projeto de conclusão de curso dele, ser exibido. Inscreveu o filme na Mostra Brasília, em que foram apresentados somente 22 dos 69 filmes inscritos. “Para minha surpresa, o filme foi selecionado, o que indica que ele tem algum potencial”, comemora.

 Seminários

Além da exibição de filmes, o festival abrigou cinco seminários, três deles coordenados pela professora de Audiovisual Tânia Montoro. Ela destacou a importância das discussões para o desenvolvimento do cinema brasileiro. “Os alunos não podem aprender só a apertar botões. Não é apenas importante fazer filmes, mas pensar cinema, que envolve o domínio das sete artes”, diz.

 

Os seminários discutiram a produção brasileira e o mercado cinematográfico: 

Olhares multiculturais: o cinema brasileiro no estrangeiro

O seminário, coordenado pela professora Tânia Montoro, trouxe especialistas de outros países que têm o cinema brasileiro como alvo de análises e estudos. Tais investigações teóricas acrescentam novas perspectivas, como as relações entre cultura e cinema de diferentes países e a consolidação da indústria de audiovisual nacional.

 

Humor e comicidades – A cultura do riso no cinema nacional

O seminário investigou o humor no cinema nacional em suas várias expressões e possibilidades de diálogo com o público. Historiadores participaram das discussões coordenadas pela professora Tânia Montoro. Também participou Ian SBF, cofundador do coletivo Porta dos Fundos.

 

Cinema em alto e bom som

Foi debatida a relação entre cinema nacional e memória musical, fazendo-se, assim, uma releitura do cinema sonoro brasileiro. A professora Tânia Montoro coordenou o seminário, que teve a participação de cineastas, como René Sampaio, formado em Jornalismo e Publicidade pela FAC e diretor do filme Faroeste Caboclo (2013).

 

Estratégias para o desenvolvimento das pequenas empresas do audiovisual brasileiro

Pessoas de destaque na cadeia produtiva do audiovisual foram reunidas para opinarem sobre o futuro da produção brasileira. No seminário, coordenado por Marcus Ligocki Jr, que é formado em Comunicação Social pela FAC e produziu o documentário Rock Brasília – Era de ouro, ainda foram discutidas as principais oportunidades para as pequenas produtoras nos cenários nacional e internacional.

 

Relevância da representatividade das entidades da sociedade civil do audiovisual brasileiro

O seminário debateu o conjunto de atuações das entidades da sociedade civil do audiovisual nacional. Traçou linhas de atuação que proporcionem o fortalecimento das entidades representativas do audiovisual brasileiro, fazendo-as mais mobilizadoras e participativas. André Leão, vice-presidente da Associação Brasiliense de Cinema e Vídeo, coordenou o seminário.

Slideshow FAC faz a festa no Festival de Brasília